Bem-Vindo(a)!

A Pausa do Diogo

Nós somos os que ficam, eles são os que vão.
E no papel dos que ficam, ficam a vê-los.
E no papel dos que vão, vão vivê-los.

A tua respiração é tão branda como a leve e agradável brisa de verão. A tua respiração emana tanta, mas tanta paz que é tão bom ouvi-la, é tão bom senti-la. Cada respiro teu leva-me mais próximo da tua alma, mais próximo de ti. Adormeço só de ouvir a tua linda respiração. Certa vez, por adormeceres de cansaço a...

Já não era sem tempo, finalmente chegaste. Esta ansiedade já me queimava por dentro. Estava preocupado. Não sei. Talvez o diga inconscientemente, mas agora estou bem. Finalmente já chegaste. A vida contigo é tão, mas tão leve, que quando vais para longe o meu ar transforma-se em cinzas e a dificuldade em respirar aumenta. Mas como disse: finalmente...

Hoje chove ideias. Ideias infinitas de sonhos... Nem sei se lhe devo chamar sonhos, ou ideias. Talvez prefiro sonhos, já que é sonhando que todas as noites vou pelos meus mundos fora. E certa vez, cheguei a um mundo onde se via guarda-chuvas, mas, em vez de cair água sobre eles, caiam ideias. Não sei por que razão sonhava...

Eu comecei a desenhar desde muito novo, com 5/6 anos já fazia desenhos fora do comum. Já a escrita, comecei um pouco mais tarde, com 13 ou 14 anos, foi quando eu escrevi o meu primeiro poema, e desde então, tenho vindo a escrever frases, textos e outros, com o objetivo de desabafar e, de certo modo, deitar o que sinto para palavras. A pintura já é uma conquista muito recente, com apenas 15 anos eu pintei o meu primeiro quadro, não sendo, claro, o melhor quadro, pois tenho vindo a evoluir nessa arte e preferido a pintura de paisagens, com as quais eu me orgulho de pintá-las.

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